Quarta-feira
19 de Junho de 2019 - 

TJMS é destaque em resultado da 13ª Semana da Justiça pela Paz em Casa

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sediou nesta quarta-feira (15) o 2º Encontro das Coordenadorias Estaduais da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar e representando a justiça sul-mato-grossense no evento estava a juíza Jacqueline Machado, que responde pela Coordenadoria da Mulher em Mato Grosso do Sul. No encontro foi apresentado o resultado da 13ª semana da Justiça pela Paz em Casa e o Tribunal de Justiça de MS obteve destaque com o segundo lugar em sentenças de mérito na mobilização no período de 11 a 15 de março. Ela considerou importante o evento entre coordenadoras e coordenadores com o grupo de trabalho que desenvolveu o questionário de avaliação de risco da mulher em situação de violência. O encontro teve a presença das conselheiras do CNJ Daldice Santana, Cristina Ziouva, Maria Tereza Uille Gomes, do ministro Rogério Schietti Cruz (STJ), e da juíza auxiliar do CNJ Flávia Pessoa. “O questionário servirá para embasar as decisões de medidas protetivas de urgência. Na Casa da Mulher de Campo Grande já é utilizado um questionário semelhante, que auxilia muito o trabalho do magistrado. Foram também apresentados os resultados da 13ª semana da Justiça pela Paz em Casa e o TJMS conquistou o segundo lugar em sentenças de mérito”, disse Jacqueline. À noite, ela representou MS na abertura do curso A Mulher Juíza, Desafios da Carreira e Atuação pela Igualdade de Gênero. O curso é uma iniciativa da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), com o apoio do CNJ. Levantamento feito em 2018 pelo CNJ revelou o perfil sociodemográfico da magistratura brasileira: a participação das mulheres no Judiciário ainda é menor que a de homens – 37% mulheres e 63% homens. A pesquisa revelou que as mulheres ainda progridem menos na carreira jurídica em comparação com os homens. Elas representam 44% no primeiro estágio da carreira (juiz substituto), quando competem com os homens por meio de provas objetivas e passam a corresponder a 39% dos juízes titulares. No entanto, o número de juízas se torna menor de acordo com a progressão na carreira: representam 23% das vagas de desembargadores e 16% de ministros dos tribunais superiores. “As mulheres representam mais da metade da população brasileira, no entanto a magistratura brasileira é majoritariamente masculina e branca. Grata por este dia e por ouvir mulheres que abriram caminhos”, concluiu a juíza de MS ao falar dos eventos. Além de Jacqueline Machado, de Mato Grosso do Sul participam as juízas Helena Alice Machado Coelho, Samantha Ferreira Barione, Mariana Rezende Ferreira Yoshida, Carolinne Vahia Concy, Luíza Vieira Sá de Figueiredo, além da desembargadora aposentada Maria Isabel de Matos Rocha.  Luíza Figueiredo participa também como facilitadora da Oficina Gênero e suas Interseccionalidades.
16/05/2019 (00:00)

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