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Fórum Internacional debate Violência contra a Mulher até sexta-feira

Teve início na manhã desta quinta-feira (3), no Novotel, o I Fórum Internacional sobre Violência contra a Mulher, com objetivo de promover o debate sobre a violência doméstica e a abordagem dos subtemas: patriarcado, feminismos e masculinidade positiva. O evento, que se estende até esta sexta-feira (4), é promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, por meio da Escola Judicial de MS e da Coordenadoria da Mulher, em parceria com a Cátedra Unesco/UFGD “Diversidade Cultural, Gênero e Fronteiras” e a ONU Mulheres Brasil. A abertura do evento contou com a presença do juiz auxiliar da Presidência, Fernando Chemin Cury, representando o presidente do TJMS, Des. Paschoal Carmello Leandro, do vice-diretor da Escola Judicial de MS, Des. Alexandre Bastos, da coordenadora da Mulher do TJ, juíza Jacqueline Machado, e da conselheira do CNJ, Maria Cristiana Simões Amorim Ziouva. Na solenidade, o vice-diretor da Ejud-MS e o juiz auxiliar da Presidência do TJMS deram as boas-vindas aos participantes destacando a magnitude do evento e a importância da discussão do tema violência contra a mulher. A juíza coordenadora da Mulher ressaltou que este é um tema que tem que ser debatido na sociedade, em razão dos números altíssimos de violência contra a mulher. “É um evento muito importante principalmente para discutir com as instituições que fazem parte da rede de atendimento. Vamos tratar o feminicídio, as masculinidades positivas e masculinidades tóxicas, o feminismo, o patriarcado jurídico e o feminismo negro, pois sabemos que há um aumento no número de violência contra mulheres negras. Esses temas todos estarão em debate para que possamos conversar, trocar experiências e aprender com isso. Agradeço a Presidência do Tribunal, que tem sido extremamente sensível a este tema e tem possibilitado à Coordenadoria, junto com a Ejud, que também é uma parceira importantíssima, a fazer essas ações, eventos como este que estão fazendo a diferença dentro da política judiciária de enfrentamento à violência contra a mulher”, afirmou Jacqueline Machado. Para a conselheira Maria Cristiana, é essencial a ação integrada interinstitucional e, nesse contexto, a discussão do tema no evento por profissionais de áreas diferentes, e até mesmo de outros países, é fundamental para garantir políticas públicas e soluções que deem respostas efetivas às expectativas das mulheres que sofrem diariamente com a violência, seja ela física, psicológica, moral, patrimonial ou institucional. “Apesar dos avanços, há um longo caminho a percorrer para que crimes de feminicídio e denúncias por violência de gênero sejam menos usuais. No âmbito do Poder Judiciário, além da criação de mais varas especializadas e capacitação profissional, é preciso garantir um atendimento que seja tecnicamente adequado e, ao mesmo tempo, mais humanizado. Isso é essencial, atendimento humanizado que atenda as necessidades e anseios das vítimas de violência”, concluiu. O I Fórum Internacional sobre Violência contra a Mulher visa atender os objetivos constantes da Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à violência contra a Mulher, instituída na Resolução nº 254/2018 do CNJ, a Agenda 2030, em especial ao ODS 5 - Igualdade de Gênero, promover um espaço de debates e troca de conhecimentos que traga significativo avanço para sociedade, além de cumprir o plano de ação proposto na adesão à iniciativa do Movimento de solidariedade HeForShe-ElesPorElas, da ONU Mulheres, pela igualdade de gênero. Programação – Na manhã desta quinta-feira (3), a palestra de abertura foi “Feminicidio: revertir la marca final de la politica de la muerte de las mujeres”, com a professora mexicana Julia Monárrez, tendo como debatedor o Prof. Dr. Losandro Antônio Tedeschi (UFGD) e a juíza Helena Alice Machado Coelho como coordenadora. Durante a tarde de hoje estão programados os seguintes temas: Histórias e resistências feministas, com as professoras doutoras Jacy Curado (UFMS), Jaqueline Aparecida Martins Zarbato (UFMS) e Marisa de Fátima Lomba de Farias (UFGD); e Feminismo Negro, com Maria Sylvia Aparecida de Oliveira. Já na sexta-feira (4), a partir das 8 horas, o Fórum Internacional continuará com os temas: Educação para equidade de gênero, ministrado pelo Prof. Dr. Fernando Seffner (UFRGS); Patriarcalismo Jurídico, com o Des. Roger Raupp Rios (TRF 4ª Região); Masculinidades positivas, com Caio César dos Santos; Os grupos de responsabilização para homens autores de violências contra as mulheres: histórico, metodologias e desafios para a política de alternativas penais no Brasil, com Fabiana de Lima Leite (Coordenadora Técnica PNUD – CNJ); e Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, intersetorialidade e transversalidade, com Aparecida Gonçalves. Discutirão as temáticas os seguintes debatedores: Ângela Vanessa Epitácio (Coletivo de Mulheres Negras de MS “Raimunda Luzia Brito), Prof. Dr. Flávio Adriano (UFMS), Jaqueline Aparecida Martins Zarbato, o Prof. Me. André Masao Peres Tokuda (AEMS/ Três Lagoas) e Vanessa Vieira (Coordenadoria da Mulher do TJMS). As palestras serão coordenados ainda pelas juízas Jacqueline Machado, Bruna Tafarelo, Tatiana Said e Thielly Dias de Alencar Pithan e Silva, e pelo juiz Alessandro Leite Pereira. HeForShe – Confira no link https://www.youtube.com/watch?v=jEQbPYuhohc o vídeo produzido pelo TJMS do Movimento de solidariedade HeForShe-ElesPorElas, da ONU Mulheres, pela igualdade de gênero.
03/10/2019 (00:00)

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