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Em nova portaria, Corregedor modifica atendimento presencial das serventias extrajudiciais de MS

O Corregedor-Geral de Justiça de Mato Grosso do Sul, Des. Sérgio Fernandes Martins, editou ato hoje (22). A nova portaria (n° 049.678.082.0005/2020) aplica os termos do Provimento n° 91, de 22 de março de 2020, da Corregedoria Nacional de Justiça, e revoga a Portaria n° 049.678.082.0004/2020, publicada no DJ desta segunda-feira (23). O documento, assinado eletronicamente neste domingo (22) pelo Corregedor-Geral, será publicada no Diário da Justiça de terça-feira (24). As medidas terão validade inicial até o dia 30 de abril de 2020, podendo ser prorrogadas. Veja a íntegra dos dois documentos:PORTARIA N° 049.678.082.0005/2020.Dispõe sobre a aplicação do Provimento n. 91, de 22 de março de 2020, da Corregedoria Nacional do Conselho Nacional de Justiça - CNJ, no âmbito das serventias extrajudiciais do Estado de Mato Grosso do Sul. O DESEMBARGADOR SÉRGIO FERNANDES MARTINS, CORREGEDOR-GERAL DE JUSTIÇA, no uso de suas atribuições legais e regimentais; eCONSIDERANDO a publicação da Portaria n. 049.678.082.0004/2020 que dispõe sobre as medidas de prevenção ao contágio pelo Coronavírus (COVID-19), no âmbito das serventias extrajudiciais do Estado de Mato Grosso do Sul, publicada no Diário da Justiça n. 4460;CONSIDERANDO o teor do Provimento n. 91, de 22 de março de 2020, da Corregedoria Nacional do Conselho Nacional de Justiça - CNJ; CONSIDERANDO a necessidade de preservar a integridade física e a saúde de todos os delegatários, funcionários, colaboradores e usuários do serviço extrajudicial; Resolve:Art. 1º Aplica-se aos Serviços Notariais e de Registro de Mato Grosso do Sul o contido no Provimento n. 91, de 22 de março de 2020, da Corregedoria Nacional do Conselho Nacional de Justiça - CNJ. Art. 2º Revogam-se as disposições em contrário, em especial a Portaria n. 049.678.082.0004/2020, de 20 de março de 2020. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor a partir de 22 de março de 2020. Campo Grande, 22 de março de 2020.Des. Sérgio Fernandes MartinsCorregedor-Geral de Justiça PROVIMENTO Nº 91, 22 DE MARÇO DE 2020.Dispõe sobre a suspensão ou redução do atendimento presencial ao público, bem como a suspensão do funcionamento das serventias extrajudiciais a cargo dos notários, registradores e responsáveis interinos pelo expediente, como medidas preventivas para a redução dos riscos de contaminação com o novo coronavírus, causador da COVID-19, e regula a suspensão de prazos para a lavratura deatos notariais e de registro. O CORREGEDOR NACIONAL DE JUSTIÇA, usando de suas atribuições constitucionais, legais e regimentais eCONSIDERANDO o poder de fiscalização e de normatização do Poder Judiciário dos atos praticados por seus órgãos (art. 103-B, § 4º, I, II e III, da Constituição Federal);CONSIDERANDO a competência exclusiva do Poder Judiciário de fiscalizar os serviços notariais e de registro (arts. 103-B, § 4º, I e III, e 236, § 1º, da ConstituiçãoFederal);CONSIDERANDO a competência do Corregedor Nacional de Justiça de expedir provimentos, recomendações e outros atos normativos destinados ao aperfeiçoamento das atividades dos serviços notariais e de registro (art. 8º, X, do Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça);CONSIDERANDO a Declaração de Pandemia de COVID-19 pela Organização Mundial da Saúde em 11 de março de 2020, em decorrência da Infecção Humana pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2); CONSIDERANDO a Portaria n. 188/GM/MS, de 4 de fevereiro de 2020, que declarou Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), em decorrência da Infecção Humana pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2);CONSIDERANDO o princípio da continuidade dos serviços públicos e o fato de que os serviços notariais e de registro devem ser prestados, de modo eficiente e adequado em dias e horários estabelecidos pelo juízo competente, desde que atendidas as peculiaridades locais (art. 4º da Lei n. 8.935, de 18 de novembro de 1994);CONSIDERANDO a Recomendação nº 45, de 17 de março de 2020, da Corregedoria Nacional de Justiça, que também dispõe sobre medidas preventivas para a redução dos riscos de contaminação com o novo coronavírus, causador da COVID-19, no âmbito das serventias extrajudiciais e da execução dos serviços notariais e de registro,RESOLVE:Art. 1º Não obstante a competência exclusiva do Poder Judiciário em regular o funcionamento dos serviços notariais e de registro em todo o Brasil, os notários, registradores e responsáveis interinos pelo expediente devem acatar as determinações das autoridades municipais, estaduais e nacionais de saúde pública, emanadas na forma da lei e que imponham a redução do atendimento ao público oua suspensão do funcionamento da serventia.§ 1º A suspensão do atendimento presencial ao público determinado pelas autoridades de saúde pública ou por ato da Corregedoria local, editado com base na Recomendação 45/2020 da Corregedoria Nacional de Justiça, poderá ser substituída por atendimento remoto através de meio telefônico, por aplicativo multiplataforma de mensagens instantâneas e chamadas de voz ou outro meio eletrônico disponível, sempre observando a regulamentação da Corregedoria localpara esta modalidade de atendimento ao público, se houver.§ 2º Excetuam-se da suspensão do atendimento presencial, os pedidos urgentes formulados junto aos registradores civis das pessoas naturais como certidões de nascimento e óbito, quando deve ser observado com rigor os cuidados estabelecidos pelas autoridades de saúde pública no contato com o público. § 3º A suspensão ou redução do atendimento presencial ao público, bem como a suspensão do funcionamento da serventia deverão ser informados ao público e à Corregedoria local.Art. 2º. No caso de suspensão do funcionamento da serventia, ficam os prazos legais dos atos submetidos ao notário, registrador ou responsável interino pelo expediente, automaticamente, suspensos, devendo ser consignado, nos respectivos livros e assentamentos, o motivo de força maior da suspensão.§ 1º. Não se aplica a regra do caput aos prazos para a lavratura de registro de nascimento e óbito.§ 2º. Nos tabelionatos de protesto considera-se não útil o dia em que não houver expediente bancário para o público ou aquele em que este não obedecer ao horário normal, para o fim de contagem do prazo para a lavratura e registro do protesto, consoante a prescrição do § 2º, do art. 12 da Lei nº 9.492, de 10 de setembro de 1997.Art. 3º. Este Provimento entra em vigor na data de sua publicação e terá validade até 30 de abril de 2020, prorrogável por ato do Corregedor Nacional de Justiça, enquanto subsistir a situação excepcional que levou à sua edição.MINISTRO HUMBERTO MARTINSCorregedor Nacional de Justiça 
22/03/2020 (00:00)

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